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Da cozinha argentina para o Brasil!

Realisou-se o sonho do jovem argentino Gonzalo Perrin: a fábrica de biscoitos Pasticcino começou sua produção no Polo Spartaco.

160804 Polo Spartaco PasticcinoGonzalo Parrín era estudante de Turismo em Rosário, na Argentina, quando teve seu primeiro contato com o projeto Economia de Comunhão. A modalidade de empreendedorismo baseada no combate à pobreza e na promoção humana fizeram com que ele abandonasse seus planos de carreira para se tornar um empresário. Aos 24 anos, Parrín começou a produzir biscoitos na cozinha da própria casa enquanto não tinha condições de instalar o pequeno negócio em local mais apropriado.

Com o passar do tempo, a empresa foi tomando corpo e adquirindo novos clientes. Instalou-se no Polo Solidariedad, localizado em O’Higgins, no interior daquele país. Parrín conta que foi através da experiênciade manter a empresa sempre de portas abertas para todos os que tivessem interesse de conhecê-la e de conhecer como ela aplica os princípios de EdC que surgiu a oportunidade de fazer a Pasticcino dar um enorme salto comercial.

Um dia um grupo de japoneses visitou a comunidade local. Não sei o que os levou até lá. Eu estava com meu pai e meu sócio Gerán Jorge quando nos pediram para receber aquelas pessoas interessadas em Economia de Comunhão. Como é típico dos japoneses, eles queriam saber tudo a respeito da fábrica. Depois da visita, um deles me chamou e disse: ‘Gonzalo, sabia que eu sou amigo do CEO do Starbucks?’.Eu não podia acreditar. (…) Ele não só me colocou em contato com a rede, como também me deu a chave do sucesso ao sugerir que eu contasse como tinha começado a fazer biscoitos na cozinha da minha casa e como eu praticava uma economia de comunhão. A reunião foi espetacular.Gonzalo Perrin Flavio Pires rid

A Pasticcino passou a fornecer biscoitos para a multinacional em toda a Argentina. Hoje, o Starbucks é seu principal cliente. Atualmente a empresa fabrica 3,2 milhões de biscoitos por mês e emprega 19 funcionários. Parrín, hoje com 34 anos, faz questão de enfatizar que, apesar dos números impressionantes que a empresa alcançou em poucos anos de atuação no mercado, seu principal patrimônio é outro. “A coisa mais preciosa que tenho são as relações construídas ao longo dos anos com funcionários, fornecedores e clientes. Não sei quanto tempo a empresa vai durar, se dez ou cem anos: se for fechada, permanecerão as relações. São esses os bens mais preciosos que tenho”, avalia.

Mas encerrar atividades não é algo no horizonte neste momento.

Ao contrário a Pasticcino está começando uma nova etapa agora no Brasil. A abertura da "Pasticcino Brasil" foi a concretização de um sonho que começou já algum tempo.  Gonzalo Perrin inaugurou ontem com Flavio Pires Toledo, que será o diretor da filial brasileira, oficialmente a produção dos famosos biscoitinhos que acompanham o café do Starbucks e outros feitos para o mercado brasileiro. 

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