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Programa de Fortalecimento de Negócios Inclusivos e de Comunhão têm 24 propostas inscritas

Representantes de 10 propostas pré-selecionadas participarão de Oficina de Empreendedorismo de Comunhão

Foto do Projeto de Fortalecimento sitoVinte e quatro propostas foram inscritas no Programa de Fortalecimento de Negócios Inclusivos e de Comunhão – 2015, realizado pela Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (Anpecom). A iniciativa tem como objetivo incentivar e fortalecer negócios produtivos inclusivos que propiciem a inserção econômica de pessoas empobrecidas ou em situação de vulnerabilidade social.

O período de inscrições aconteceu de 4 de novembro a 15 de dezembro com abertura para propostas de todo o território brasileiro. “O programa foi lançado na última semana de outubro, durante a Escola Interamericana de Economia de Comunhão (EdC) para Jovens, com ecos muito positivos também por parte dos empresários presentes, muitos deles conectados com a EdC desde os seus primórdios”, destacou Dima Pinto, gestora da área de projetos da associação.

As propostas inscritas já estão sendo avaliadas. Dez serão pré-selecionadas, das quais dois representantes de cada devem participar da Oficina Introdutória ao Empreendedorismo de Comunhão, de 15 a 19 de fevereiro de 2016, no Polo Empresarial Ginetta, em Igarassu (Pernambuco).

Estes primeiros passos só têm sido possíveis graças a uma disposição de co-criação por parte de vários interlocutores, ou seja, empresários, consultores, representantes de instituições. Evidência clara de que a cultura da comunhão está em alta", frisou Dima.

Linhas de atuação

Puderam apresentar propostas ao programa, organizações e pessoas comprometidas com a construção de um mundo em equidade, justo e fraterno, cujos projetos tenham proposto empreendimentos novos, ou já existentes (“beneficiários”), que apresentaram pelo menos uma das seguintes linhas de atuação:

a) Negócios idealizados por pessoas ou grupos em situação de vulnerabilidade social;

b) Negócios que ofereçam produtos ou serviços para as classes sociais brasileiras C, D e E, de acordo com o Critério de Classificação Econômica Brasil da ABEP (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa), bem como negócios que ofereçam produtos ou serviços essenciais às necessidades e características da população de baixa renda, ligados aos segmentos de alimentação, educação, saúde, acesso à água, energias mais limpas, segurança e habitação, enfim que gerem, diretamente, impacto social; ou

c) Negócios que tenham como natureza a oferta de oportunidades de desenvolvimento humano e social para pessoas empobrecidas ou em situação de vulnerabilidade social.

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